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DICQUINHA livro #lendoo

  • Foto do escritor: Clarissa Ganzer
    Clarissa Ganzer
  • 4 de nov. de 2021
  • 3 min de leitura

Atualizado: 14 de abr. de 2022

apenas estas sugestões de livros aqui, porque são os mais recentes que li e me marcaram muito. Os demais, por favor, se quiser, pode acessar esta # no meu twitter: #lendoo Obrigada. Lindo dia!! --

2022. 2.26



Vídeo sobre Terminei!! QUE livro. Cabeça pegando fogo.

Ao falar sobre #beleza, que configura nossa vida e faz com que transcendamos do mundo ordinário para o mundo "maior", #scruton fala sobre arte, sociedade e nosso funcionamento psíquico.


Como tornamos o belo, o divino em algo de fácil absorção tirando disso seu carácter único e admirável.

Voltamo-nos ao prazer sensorial (e para nós mesmos) e não cognitivo e emocional (racional e centrado no outro).


Sentimentalismo sem o custo de viver verdadeiras emoções e banalização das emoções para prazer físico.

Ele exemplifica com os jogos romanos, em que ao vermos a dor humana em outro ser nos aliviamos por não sermos nós. Somos maravilhados e redimidos.


Em tempos online, julgo que esta projeção se dá nos nossos perfis online e no nosso interesse em reality shows, séries, filmes, justiça social (projetamos naquele outro nós mesmos, sem o risco de viver o ônus, mas com o bônus de avatarizar nossos desejos e realizá-los através do personagem). Ver doc Don't Fuck With Cats.


Ao citar beleza humana, fala muito sobre a pornografia, que despersonaliza o sujeito, torna-o objeto para deleite.



Tornamos aquilo que nos era caro em coisas do mundo e não coisas no mundo. Substituímos elas.


(E aí, eu concluo que ao expormos nossas relações de afeto online, trocando-as por likes, também desrespeitamos a intimidade das relações para criar um repertório visual atraente para outras pessoas).


Falta sacrifício para viver (se responsabilizar) os sentimentos e, aí, experimentar/entender/admirar sua representação estética, a beleza do que e como é representado. Exige repertório.


"Amor e afeição entre pessoas é real somente na medida em que isso prepara o caminho para o sacrifício" Roger Scruton, Beauty. 2009.


(dicquinha da @olabocos neste vídeo) Terminei o (maravilhoso) Admirável mundo novo, Aldous Huxley #lendoo

Embora esteja neste momento consternada e extasiada ?! com esse enredo ficcional muito bem escrito (mas assustadoramente lúcido - e profético) e quero falar sobre, qualquer manifestação agora é inoportuna. QUE livro!! Li esta edição. Aconselho a não começarem pelo prefácio, escrito em 1946 (15 anos após a obra), porque revela o final. Me desanimou, porém, quando cheguei ao final do livro, a MANEIRA como é contado não desabona em nada a história: fantástica e tão real. Fiz tantos destaques que, certamente, qualquer recorte escolhido para publicar aqui será inadequado e insuficiente. Gostei muito da forma como o autor escreve, brinca conosco. Parece uma peça de #teatroédemais, em que várias cenas acontecem simultaneamente no mesmo palco. Sensacional. Em sociedades distópicas, é massa observar como a #arcqurb é descrita. Em #1984, lembro dos prédios impessoais, blocos maciços.

O que é apresentado nesta obra é tão parecido com 2021... Diálogos que podem ser encontrados sem esforço entre @ dexxcoladinhas (substituíram "homem" por "macho"). Enfim, baita livro, me impactou muito, sobretudo porque PARECE o mundo de hoje: tudo errado!! (melhor dizendo, não há mais certo ou errado, neh?! Isso é tãão démodé). Valorização da juventude, felicidade, prazer, no vínculos, no responsabilidade, drogas que anestesiem as angústias da realidade. Para finalizar: este trecho, que expõe a arquitetura sensorial vibrante do hospital do Brave New World, contrasta com o vazio dos personagens, à beira da morte. O espaço deve ser excitante para que o excesso de estímulos sensoriais aplaque a tristeza de uma vida sem vínculos. Cores, sons, cheiros oferecem excitação diante do vazio da miserável existência sem consciência (e, portanto, frustração e dor, que precisam ser empalidecidas por muitas doses de satisfação artificial). Só há felicidade. Só e felicidade. Solidão e felicidade. Recomendo demaais. Lembrei poema que gosto de Alberto Caeiro (heterônimo FP). "Há metafísica bastante em não pensar em nada". Depois, relacionei pontos: beleza, natureza, arte com #RogerScruton livro #Beauty (AINDA lendo). Há parâmetros de avaliação e "belo" não só por sensação, mas passar por crivo intelectual. ---- 2021.8.29 SANDCASTLE Então, fiquei fascinada pelo #OldMovie e aí comprei a HQ - SANDCASTLE - que serviu de inspiração para o #filmess de @MNightShyamalan.

"It's impossible to tell you my age: it changes all the time". Começando #lendoo vamo vê qualé que é! Terminei SandCastle. Gostei muito. Muito mesmo. As ilustrações, expressivas, dão vivacidade para a história. É mais soturna e adulta que #filmess #OldMovie, mais crua e sem esperanças. Recomendo #lendoo O hedonismo e a valorização da juventude, característicos da pós-modernidade, resumidos em dois quadros. ----

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​Copyright © 2025 Clarissa Ganzer | Jornalista (0014438/RS) e arquiteta e urbanista (A147507-0/RS); DRT (0010994/SC). Todos os direitos reservados.

 

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